sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Boa coincidência para animar o Fluminense


Os dois empates em casa na Libertadores frustraram os torcedores do Fluminense. Mas nada que uma boa coincidência para que os tricolores voltem a acreditar na classificação às oitavas de final. Em 2004, na fase de grupos, Muricy, dirigindo o São Caetano, também teve início similar e conseguiu a vaga.

Ele começou tropeçando em casa, com desempenho pior do que o Flu: um empate (1 a 1 com o Peñarol, do Uruguai) e uma derrota (2 a 1 para o América do México).

Mesmo com os insucessos, a equipe paulista terminou a fase de grupos com oito pontos. Naquele ano, os quatro piores segundos colocados teriam de disputar um mata-mata para definir os dois classificados na segunda fase. O São Caetano não só passou, como chegou às quartas de  final da Libertadores, mas acabou sendo eliminado pelo Boca Juniors (ARG). O levantamento foi feito pelo jornal "Extra.

Fonte: NETFLU



Flu procurou goleiro Bruno, diz jornalista


Conforme informação do jornalista Renato Maurício Prado, em sua coluna de hoje no jornal O Globo, um representante do Fluminense procurou pessoas ligadas ao goleiro Bruno para que o sondasse  com uma alta proposta,  assim que saísse da cadeia. A expectativa é de que o arqueiro fique livre das grades ainda no meio deste ano e aguarde o julgamento em liberdade. O colunista lembra que Bruno, coincidentemente ou não, solicitou a entrada no presídio de um preparador para que pudesse treinar. O jogador, apesar do contrato suspenso, tem os direitos federativos econômicos presos ao Flamengo.

Fonte: NETFLU


Muricy não é mais unanimidade nas Laranjeiras, diz site


A promessa não cumprida da diretoria do Fluminense ao técnico Muricy Ramalho, de conseguir um bom Centro de Treinamento, parece ter estremecido a relação entre as duas partes. O site Lancenet publica nesta sexta-feira que o treinador viajou para São Paulo nesta quinta-feira sem comunicar o clube.

Nos corredores do Tricolor, existe a informação de que algumas mudanças estruturais feitas pela gestão de Peter Siemsen desagradaram Muricy. Além disso, pessoas que convivem com o treinador admite que ele anda "esquisito" nas últimas semanas. O motivo seria a falta de vitórias, mas a relação com jogadores e alguns membros da comissão técnico não seria das melhores. A reportagem diz que eles mal estariam se cumprimentando.

Fonte: NETFLU


Tricolores para Kalil: "Não tem nem título"


A declaração de Alexandre Kalil, revoltado com o racha do Fluminense e mais cinco clubes com o Clube dos 13, teve repercussão imediata. O presidente do Atlético-MG debochou da equipe carioca, ao dizer que o mandatário tricolor, Peter Siemsen, é um "gravatinha", que o Flu não tem CT e é dependente de uma empresa para sobreviver financeiramente. A torcida do Fluminense, via twitter, devolveu a provocação.

A maioria indagava em tom irônico: "E o Atlético-MG, tem títulos?". Um torcedor afirmou que o Galo é o Botafogo Mineiro, enquanto que muitos admitiram que preferem títulos a um Centro de Treinamento. Confira:




















































































Fonte: NETFLU




Presidente do Atlético-MG debocha do Flu: "Não tem nem CT"


O racha dos quatro grandes clubes do Rio, Corinthians e Coritiba com o Clube dos 13 por conta das cotas de tv vem causando mal estar entre as instituições. Presidente do Atlético-MG e membro atuante do Clube dos 13, Alexandre Kalil ironizou o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, debochando da falta de estrutura do Tricolor.

- Vai lá e pergunta pro presidente do Fluminense (Peter Siemsen), com sua gravatinha, por que ele não quer dinheiro. Não tem nem CT pra treinar, depende de uma empresa (para bancar seu departamento de futebol) - sugeriu Kalil, em entrevista ao portal Terra.

Fonte: NETFLU

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Descontração - “Mexe nessa porra, Muricy!”


- Vambora, Ô viado!
Frase que foi gritada de um recôndito da arquibancada para Ricardo Berna mas poderia ter sido gritada para qualquer tricolor no primeiro tempo.
- Levanta logo, Diguinho filho da puta
Nada acontecia e o modorrento Fluminense com sua tática que transformaria um Celso Roth em Telê Santana irritava a torcida que ainda tem um pingo de decência na cara e xinga os jogadores de sanguesugagem.
- Chuta Marquinho. Chuta desgraçado!
Muricy surpreendeu o Nacional entrando com 49 zagueiros e um atacante para jogar contra uma equipe postada com 18 homens atrás da linha da bola. Marquinho sem traquejo algum ainda começou ao lado deRafael Moura, mas logo abandonou o posto onde nunca se sentiu à vontade.
- Putaquiulpariuuuul Valência…
Surpreso deve ter continuado o treinador uruguaio ao ver Muricy voltar para o 2º tempo facilitando sua vida com a mesma porcaria de time e com um Carlinhos ainda mais dispersivo tirando do sério tanto a torcida que tem um pingo de decência na cara quanto a torcida neo-argentina que quer ficar cantando enquanto a bosta do time faz bostice em campo.
- Acorda Carlinhos! Corre safado!
Nesse mar de ruindade, Mariano tentava jogar bola e Digão salvava-se por não fazer cagada. Talvez por isso tenha sido premiado em ser substituído para que a dupra Gum e Leandro Euzébio ficasse em campo.
Marquem, seus merdas!
- Caralho, Gum!
- CA-RA-LHO, LEANDRO EUZÉBIO!
Ao sair Digão e outras duas nulidades atendendo pelos nomes de Marquinho e Valência, foi jogada na lata de lixo a chance de substituir Conca. Dario não tinha condições físicas e técnicas de permanecer em campo. Não participou do jogo e quando o fez, atrapalhou. Muricyexpos o argentino ao ridículo por 90 minutos sem dó nem piedade.
- Muricy, pede pra sair!
Xingamentos ao técnico não chegaram a ecoar, talvez porque não tivesse havido tempo para a torcida ouvir a coletiva pelo rádio onde Muricy disse que o Fluminense já parecia um time.
Nesses 10 jogos não conseguir o resultado é o que me incomoda. O posicionamento já está melhor, estamos em cima dos adversários, mais organizados e com cara de time.
O time precisando da vitória dentro de casa fez o serviço para o adversário ao jogar com seus 49 zagueiros (e ainda assim fazerem cagada). A bola ficou todo o tempo com o Fluminense, contudo, poderia estar eu jogando no gol do Nacional que o resultado seria 0×0 tamanhavolúpia ofensiva do Tricolor.
Pensa, Muricy, pensa.
Muricy entende que o time pode melhorar fora de casa. Eu também, porque piorar não dá. Entretanto, o técnico conta que a facilidade advém da necessidade do adversário ter de sair para o jogo.
Não contaria com isso. Ainda mais que os adversários serão sabedores que o Fluminense também precisará da vitória. Por que não esperar já que o Tricolor não sabe jogar contra times assim?

Fonte:  BlaBlaGol

Thiago Neves erra o nome de seu clube e cita o Fluminense



O meia Thiago Neves não esquece mesmo o Fluminense, muito criticado por utilizar as chuteiras do Adidas com as cores do Tricolor nos jogos e nos treinos, dessa vez ao falar sobre a final da Taça Guanabara o jogador erra o nome do Flamengo e cita o Fluminense como o clube que deve respeitar o Boavista.

Veja o vídeo do Esporte Interativo:



Fonte: Pó-de-Arroz



Brasileiro que defende o Nacional (URU) vibra com o empate



Se o empate de 0 a 0 entre Fluminense e Nacional (URU) foi bastante lamentado pelos jogadores brasileiros, um em particular, festejou o resultado, no Engenhão. Trata-se do defensor Gabriel Marques, brasileiro, que atua há um ano e meio no Nacional (URU).
- Importantíssimo não? (o empate). Sei da qualidade do Fluminense mais do que ninguém. Não estamos numa fase tão boa, mas acho que agora com esse empate vai melhorar - comemorou.
Ao ser questionado pelo sotaque que adquiriu dos hermanos, Gabriel Marques explicou:
- Estou há um ano e meio no Uruguai e fico lá durante toda a temporada, então acho que já peguei um pouco de sotaque - disse.
Fonte: O Globo

Muricy aprova entrada de Digão


Após o empate em 0 a 0 com o Nacional, do Uruguai, nesta quarta-feira (23), no Engenhão, pela segunda rodada do Grupo 3 da Copa Libertadores, o treinador Muricy revelou que gostou da atuação da defesa na partida contra o time uruguaio, afirmando, contudo, que ainda não encontrou a escalação ideal para os setores de meio-campo e ataque.

“O que não estava funcionando era a defesa. Estávamos tomando muito gol e sofrendo muito. Agora, acertamos. Precisamos acertar o meio-campo e o ataque”. 

Digão, que atuou na partida contra o Madureira, no último dia 13, pela Taça Guanabara, ganhou nova oportunidade no jogo desta quarta-feira (23), e para o comandante, o zagueiro deu uma maior tranquilidade ao setor defensivo, principalmente por cobrir os avanços de Mariano ao ataque.

“O Digão deu mais consistência, atuou como lateral-direito e foi bem. Soltou o Mariano como ponta". 



Fonte: Canal Fluminense

Trabalho é a solução


O empate em 0 a 0 diante do Nacional, do Uruguai, na noite de quarta-feira (23), no Engenhão, pela segunda rodada do Grupo 3 da Copa Libertadores, e a eliminação na Taça Guanabara, para o Boavista, no último sábado (19), no mesmo estádio, não foram os resultados desejados pela torcida Tricolor.

Para Diguinho, o adeus à Taça Guanabara e o começo na Libertadores não indicam crise no elenco do time das Laranjeiras, admitindo, entretanto, que a cobrança em cima do grupo é maior e que essa situação só será superada com trabalho.

“Crise não existe. No ano passado vínhamos fazendo a mesma coisa. Mas esse ano as cobranças são maiores e temos que superar. Só conseguiremos superar trabalhando”.

Ricardo Berna também acredita que os últimos resultados não foram os que o time esperava, porém, viu uma evolução positiva na atuação do Flu na partida desta quarta-feira (23).

“Acho que o time rendeu melhor do que antes. Não foi o resultado que queríamos, mas vamos continuar trabalhando para conseguir as vitórias”.

O próximo adversário do Fluminense será o América, do México, quarta-feira (02), às 21h50, no Estádio Azteca, em solo mexicano, pela terceira rodada do Grupo 3 da Taça Libertadores. Atualmente o Tricolor acumula dois pontos em duas partidas na competição. 



Fonte: Canal Fluminense

Flu é eliminado na Copa Rio Sub-17


Em partida realizada na manhã desta quarta-feira (23), no Estádio Arthur Sendas, em São João de Meriti, válida pelas quartas de final da Copa Rio Sub-17, o Fluminense foi derrotado pelo Vasco por 1 a 0 e deu adeus ao torneio.

O gol dos cruzmaltinos foi marcado pelo meia Jon Clay. A campanha do Tricolor na competição foi razoável, com duas vitórias, um empate e duas derrotas em cinco jogos disputados.


Campanha

Primeira fase:
Fluminense 3 x 1 Serra Macaense
Fluminense 4 x 0 Atlético Rondoniense
Fluminense 1 x 2 Bahia
Fluminense 2 x 2 Macaé

Quartas de final:
Fluminense 0 x 1 Vasco 



Fonte: Canal Fluminense

“Conca não está em sua melhor forma”, alerta Muricy



Muito questionado por não ter utilizado um atacante de ofício ao lado de Rafael Moura, o técnico Muricy Ramalho lembrou que Conca já havia atuado várias vezes na posição, tanto com Fred como com o Washington. O treinador também destacou que o argentino ainda não está no melhor de sua forma física.  

- Isso não é novidade para o Conca. Já jogou assim com o Washington, o Fred, e atuou solto como deve ser. Ainda não está em sua melhor forma – enfatizou.

Fonte: NETFLU

Treinador entende as vaias da torcida



Convivendo com muitos desfalques e críticas no início desta temporada, sobretudo por conta da escalação de certos jogadores em detrimento de outros, o técnico Muricy Ramalho vê com naturalidade a irritação do torcedor, depois de mais um empate, dentro de casa, na Libertadores da América.

- É natural que a torcida fique chateada com o empate, mas nós também estamos chateados. O torcedor paga caro pelo ingresso, vai ao estádio num horário ruim e quer a vitória. Mas peço paciência neste momento porque vamos nos ajeitar. O importante foi que voltamos a jogar melhor – contou.

Fonte: NETFLU

FOTO: Coração Valente viu o Flu ao lado de Celso Barros


Fonte: NETFLU

Tartá mantém o otimismo: “O sonho ainda não acabou”



Um dos poucos poupados pelos torcedores na última quarta-feira, o apoiador Tartá, que entrou no segundo tempo do jogo contra o Nacional (URU), após ter o nome gritado várias vezes pelos tricolores, ainda não desistiu do “sonho” de conquistar a Libertadores. 

- Continuamos vivos na competição. Não foi o resultado esperado, mas o sonho ainda não acabou – garantiu.

Fonte: NETFLU

Muricy: “Acho que só faltou o gol”



Em nova atuação que desagradou o torcedor, o Fluminense não saiu do empate com o Nacional (URU) e soma, até o momento, apenas dois pontos em dois jogos, dentro de casa, na Taça Libertadores da America.

Apesar do resultado, o treinador tricolor, Muricy Ramalho, destacou a evolução da equipe e disse que o Tricolor merecia sair com a vitória.

- O que eu mais gostei é que eles não desistiram. Foram até o final em cima, tiveram profundidade. Acho que só faltou o gol. A gente melhorou – declarou.

Fonte: NETFLU

Menos de 10 mil torcedores pagaram para ver o Flu


Na segunda rodada do torneio de futebol mais importante da América do Sul, mais um decepção nas arquibancadas para o Fluminense. Com os ingressos variando entre R$60 e R$80 reais, apenas 9.024 pagaram para assistir o duelo frente ao Nacional (URU), que terminou empatado em 0 a 0. O público total foi de 10.017 com a renda de R$429.020,00.


Fonte: NETFLU

Muita vontade e nenhum gol: Tricolor decepciona outra vez



Assim que os jogadores do Fluminense entraram em campo, nesta quarta-feira, ouviram a torcida gritar: “Hoje é guerra”. A batalha, no entanto, foi bem mais complicada do que gostariam os tricolores. Com a escalação muito mudada, se adaptando aos desfalques e ao esquema 3-6-1, o Tricolor de Muricy Ramalho não conseguiu superar o Nacional-URU e empatou a sua segunda partida consecutiva em casa pela Taça Libertadores. O 0 a 0 no placar obriga que o clube busque pontos longe do Rio de Janeiro - seus três próximos jogos são fora de casa - para seguir vivo na luta pela classificação às oitavas de final do torneio.

O novo tropeço em casa fez com que os tricolores vaiassem muito o time após o jogo. Carlinhos foi o alvo preferido dos torcedores durante toda a partida. Até o técnico Muricy Ramalho ouviu alguns gritos de "burro" após o resultado. Com os dois empates em dois jogos, o clube está em segundo no Grupo 3, com dois pontos. O América-MEX lidera a chave com três, e o Argentinos Juniors está em terceiro, com um. As duas equipes, porém, têm um jogo a menos - elas se enfrentam nesta quinta-feira, na Argentina. O Nacional-URU fecha a chave com um ponto conquistado.
A primeira batalha nas “trincheiras adversárias” já tem data e hora para acontecer. Na próxima rodada, o Fluminense vai até ao México encarar o América. O jogo será na quarta-feira, dia 2 de março, às 21h50m (de Brasília). No mesmo dia, mas às 20h30m (de Brasília), o Nacional recebe o Argentinos Juniors.

Pouca criação e nenhum chute a gol


O Fluminense entrou em campo com uma equipe bastante modificada em relação ao últimos jogos. O tradicional 4-4-2 foi substituído por um 3-6-1, com Gum, Leandro Euzébio e Digão na zaga. No meio, Valencia ganhou o lugar de Edinho. Sem Rodriguinho, Fred e Emerson, Muricy tinha apenas Rafael Moura no ataque, mas, ao menos na teoria, Conca tinha a missão de se aproximar mais do único homem de frente.
Com tantas mudanças, o time sentiu a falta de entrosamento. Tanto que, logo no primeiro minuto de jogo, a defesa se atrapalhou no posicionamento, e o Nacional conseguiu criar a jogada mais perigosa da etapa. Não fosse a pouco intimidade com a bola demonstrada pelo atacante Fornalori, que ao receber sozinho na pequena área se atrapalhou para dominar e não chutou, o time uruguaio teria aberto o placar facilmente.
Sem criatividade no meio, o Flu buscou as alas, principalmente os avanços de Mariano, para tentar chegar ao gol. E foi pela direita que surgiram as melhores oportunidades do Tricolor. Rafael Moura cabeceou com perigo após cruzamento do lateral. Marquinho aproveitou sobra de bola e, com bonito domínio, evitou dois adversários antes de chutar ao lado. Até o zagueiro Digão teve uma chance pela direita, quando mandou uma bomba de longe, mas sem direção.

As raras chances da equipe tricolor começaram a irritar a torcida. Com menos de meia hora de jogo, os gritos de apoio se transformaram em reclamações contidas. A cada contra-ataque do Nacional, a insatisfação aumentava. Para sorte do time carioca, a equipe uruguaia não conseguia se aproveitar dos erros de marcação e pouco ameaçou. Nos primeiros 45 minutos de jogo, nenhuma das equipes conseguiu chutar com perigo a gol.
Ao fim da etapa inicial, os jogadores se reuniram no gramado para conversar. Enquanto isso, a torcida se dividia entre aplausos para incentivar a equipe e vaias de insatisfação pelas poucas chances criadas.

Polêmicas agitam segunda etapa
As duas equipes voltaram para o segundo tempo com a mesma formação. O Fluminense, porém, parecia um pouco mais ligado e dominou as ações. O Nacional tocava a bola e irritava a torcida tricolor ao demorar para bater tiros de meta, laterais e faltas. Mas quem mais provocou a ira dos torcedores foi o árbitro Carlos Amarilla. O juiz não ente ndeu lance de pênalti em jogada polêmica na área do time uruguaio. Mariano cruzou da direita, Rafael Moura chutou cruzado, e a bola bateu no braço de Píriz. Muitos protestos quando o árbitro mandou a jogada seguir.
Apesar da insatisfação com o Amarilla, o lance fez com que a torcida voltasse a apoiar o time. Ou quase todo ele. A cada toque de Carlinhos na bola, as vaias ecoavam no Engenhão. Os torcedores pediam a entrada de Tartá, o que acabou acontecendo, mas no lugar de Valencia, não no do lateral. Carlinhos teve a chance de calar as vaias da torcida, após uma falha do goleiro Burián. O arqueiro saiu mal do gol em um cruzamento vindo da direita, mas o lateral tricolor não esperava que isso acontecesse e, na pequena área, viu a bola passar muito perto dele com o gol vazio a sua frente.
Mesmo desorganizado, o Fluminense conseguiu chegar ao gol. Carlinhos cruzou da esquerda, Mariano desviou, e Rafael Moura mandou para o fundo das redes. A arbitragem, entretanto, marcou acertadamente impedimento do atacante. O Nacional parecia se contentar com o empate, e o técnico Juan Carrasco fazia apenas alterações simples, trocando um volante por outro ou um atacante por outro. Fornaroli, que perdeu um gol fácil no primeiro tempo, deu lugar a Santiago Garcia. Seu substituto conseguiu mostrar a mesma falta de pontaria do titular.
Em contra-ataque rápido do time uruguaio, Santiago aproveitou falhas de Leandro Euzébio e Gum, deixou os zagueiros na saudade e partiu em direção ao gol. Ele ainda driblou Ricardo Berna, mas mandou a bola nas nuvens. O Nacional ainda teve outra boa chance com Pereyra, que recebeu na esquerda e bateu cruzado. Berna fez bonita defesa.

Muricy tentou mudar o rumo do jogo colocando Araújo e Souza em campo, nos lugares de Digão e Marquinho, respectivamente. As modificações, contudo, não produziram o efeito esperado.  O time rondou por várias vezes a área adversária, mas sem conseguir dar um chute certeiro. O resultado foi um amargo empate para o Tricolor, que deixou o gramado do Engenhão sob as vaias da torcida. O time agora tem três desafios fora de casa, com a missão de conquistar vitórias para não correr o risco de chegar à última rodada no desespero.


Fonte: Globo Esporte